ARTE NA PONTA DOS DEDOS

Divertir e fazer arte! Você já desenhou na ponta dos seus dedos? Pois é, tem muita gente com muita criatividade, confira:

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CLAUDE MONET – VIDA E OBRA

Oscar Claude Monet é um famoso pintor francês nascido a 14 de Novembro de 1840, em Paris, segundo filho de Claude Adolphe Monet e Louise-Justine Aubree.

Fundador do impressionismo, Claude Monet é considerado uma das principais figuras da história da pintura. Famoso pela forma como tentava pintar as transformações da luz e da atmosfera, causadas pelas diferentes horas do dia e das estações. As suas constantes viagens, o estudo do fenômeno da luz e atmosfera, sempre cativaram a sua imaginação, na tentativa de registrar de forma fiel toda essa variedade.

A obra de Monet que fez com acontecesse o surgimento do estilo impressionista foi a“Impression Sunrise” ou “Impressão, nascer do Sol”, após ela, o pintor e seus amigos começavam a enxergar essa nova evolução que haveria de acontecer no mundo da arte.

Por volta de 1845 (Monet já com 5 anos de idade), o seu pai recebe uma oferta de emprego de um seu parente, que vivia em Le Havre. Claude Adolphe e a sua família mudam-se então para Le Havre, pequena vila na costa da Normandia.

Em Le Havre, Monet frequenta a escola primária e recebe uma educação clássica onde aprende Latin, Grego e frequenta a escola municipal de desenho. Em 28 de Janeiro de 1857 sua mãe morre, Monet vai morar com a sua tia, Marie- Jeanne Lecadre, exatamente quem o apoiou a seguir a carreira artística, pois ela fora também pintora.

Em 1851, Monet entrou para a escola secundária de artes e acabou se tornando conhecido na cidade pelas caricaturas que fazia.

Foi também nesta altura que conheceu Boudin, 16 anos mais velho que Monet, ensinou-lhe algumas das técnicas de pintura, tornando-se o seu mentor. Com a direção de Boudin, Monet pinta a sua primeira paisagem – “View from Rouelles”- , exibida em 1858 na exposição municipal em Le Havre. Esta pintura, também conhecida como “Vue des bords de la Lezarde” estava desprezada, pensava-se perdida, até ser descoberta, cerca de 100 anos depois.

Em Abril de 1859, Monet foi para Paris para visitar o Salão de Exposição de Indústria de Paris, onde estabeleceu contato com muitos outros artistas da época. No mesmo ano, porém no Inverno, Monet muda-se definitivamente para Paris, para frequentar a Academia Privada Suíça, onde conhece Pissaro e Coubert. Neste mesmo ano, pintou várias obras, mas nenhuma delas resistiu até hoje.

Em Junho de 1861, foi chamado para o serviço militar, cumprido na Argélia e com duração de um ano. No ano seguinte (1862), partilha um estúdio, com o pintor suíço Charles Gleyre e conhece Pierre Auguste Renoir, Frederic Bazille e Alfred Sisley. Todos os quatro tinham novos pontos de vista e todos tentavam pintar o efeito da luz, com cores contrastantes e rápidas pinceladas, mais tarde conhecido como impressionismo.

Em 1866, Monet participa do Salon com a pintura “La Femme a la Robe Verte”, pintado em quatro dias e que lhe trouxe algum sucesso e reconhecimento. Apostou forte no seu próprio projeto – “Women in the Garden”, mas que no entanto não teve o sucesso da obra anterior, tendo sido rejeitado. Logo depois, a sua esposa Camille fica grávida, vindo a nascer o seu primeiro filho em 1867, Jean. Ainda neste ano, Monet teve que interromper os seus trabalhos no exterior, devido a problemas com a sua visão.

Durante o ano de 1869, estabeleceu-se numa vila – “Saint-Michael” – perto de Bougival onde pintou na companhia de Renoir. Poucos trabalhos seus desta época sobreviveram, pois durante esta fase e em condições de dificuldades financeiras extremas, destruía os seus próprios trabalhos antes de serem arrancados pelos seus credores. Tratou-se de uma fase da sua vida, em que ficou dependente das ajudas dos seus amigos. Justamente que Monet tenta suicidar-se.

Em 1870, Monet e Camille Doncieux se casam, três anos após o nascimento do primeiro filho do casal, imediatamente ante o início da guerra Franco-Prussiana. Para não ser incorporado ao serviço militar, deixa a França, refugiando-se na Inglaterra, mais concretamente em Londres.

Na Inglaterra, conhece vários pintores: Jonh Constable e Joseph Mallord William Turner, sendo inspirado pelos seus trabalhos. É também nesta fase que conhece Pissarro. Em 1871 o seu pai morre.

Viaja até à Holanda e Bélgica, regressando depois a França, onde se instala em Argenteuil, uma pequena vila junto ao rio Sena, perto de Paris. Aqui vive até 1878. Nesta fase recebe a companhia frequente de vários seus amigos, como Renoir, Manet e Sisley. Trata-se de um período muito importante na sua obra, o culminar do movimento impressionista, sendo alguns dos seus melhores trabalhos pintados aqui em Argenteuil. Um dos seus mais famosos trabalhos – Impression: Soleil Levant – pintado em 1872/73, serviu de nome para todo o movimento que despontava.

Foi o crítico Louis Leroy quem pela primeira vez utilizou o termo impressionismo. Esta pintura foi exibida em 1874, pela primeira vez, no estúdio Nadar. Hoje está no Museu Marmottan – Monet, em Paris.

A Primeira exibição do impressionismo foi organizada por Manet, Degas, Cezanne, Renoir, Pissarro, Sisley e Monet, tendo sido um completo desastre. Por causa disso, voltaram os problemas financeiros e a insegurança no seio da família. Recorrendo novamente à ajuda dos seus amigos, acaba por permanecer em Argenteuil, por mais 4 anos. De forma a minimizar as dificuldades financeiras por que passava, é nesta altura que tenta vender os seus quadros no Hotel Drouot mas acaba também por fracassar.

Entre 1870 e 1880, tenta gradualmente refinar e aperfeiçoar a sua técnica de pintura efetuando, para o efeito, várias viagens por França, especialmente na costa Mediterrânica e Atlântica, de forma a melhor estudar os efeitos da luz e da cor. Nunca se deu por satisfeito.

Em 1876, conhece Ernest Hoschede, homem de negócios e colecionador e a sua mulher Alice. Ernest convida-o para o seu castelo Rottembourg, em Montgeron, tornando-se amigo da família. A família Hoschede acaba por comprar alguns dos seus quadros, mas posteriormente Ernest Hoschede perde toda a sua fortuna tendo sido obrigado a vender todas as estas obras por preços muito baixos.

Em Março de 1878, nasce o segundo filho de Monet, Michael. No ano seguinte, Camille Monet, sua esposa,morre, com tuberculose. Alice Hoschede decide ajudar Monet, tomando conta dos seus dois filhos (Jean e Michael).

Em Abril de 1883 Monet aluga uma casa em Giverny, onde irá viver por 43 anos, ou seja, até á sua morte. 

Muito influenciado por Manet e pelo japonismo, dedica-se à jardinagem, plantando um enorme jardim de inspiração japonesa, que lhe serviu de motivo para algumas das suas mais importantes obras, como por exemplo: The Water Lily Pool. Trabalhou nesta série de pinturas desde 1900 até à sua morte.

Foi também neste período que pintou alguns dos seus célebres conjuntos de pinturas, com o mesmo tema de fundo: Haystacks (montes de feno), Poplars (Álamos), Rio Sena, com diferentes variações de luz e a diferentes horas do dia e do ano.

Durante esta fase começa a conquistar o sucesso da crítica e a ter algum retorno financeiro. No ano de 1889 a Galeria Georges Petit expôs a maior retrospectiva do trabalho de Monet, mostrando 145 obras. Neste mesmo ano expôs com Rodin. Por volta de 1890 compra a sua casa em Giverny, alterando o jardim, construindo estufas, o lago de nenúfars e a ponte japonesa.

Entre 1888 e 1891 pintou uma série de 25 hystacks (montes de feno), 15 destas pinturas foram expostas em Durand – Ruel, em 1891. Neste mesmo ano morre Ernest Hoschede. Em 1892 exibe Poplars ao longo do rio Epte, em Durand Ruel. Desde 1892 até 1898 pinta outras seis séries de obras: Rouen Cathedrals, The Houses of the Parliament, Mornings in the Seine e Water Lillies. Neste mesmo ano volta a casar, desta vez com Alice Raingo, viúva de Ernest Hoschede, com quem tinha tido um caso antes da morte da sua esposa, Camille.

Em 1900 pintou diversos pontos de vista da ponte japonesa existente no seu jardim. Entre 1899 e 1901 pinta o rio Tamisa, o parlamento e Charing Cross bridge. Em 1904 viaja para Madrid onde se torna um admirador da obra de Velasquez.

Mesmo já velho e com a vista enfraquecida (sofria de cataratas), nunca parou de pintar. Em 1907, viaja para Veneza onde pinta importantes obras. Em Maio de 1911, morre a sua segunda esposa, em Giverny.

Em 1914 morre o seu primeiro filho e a sua cunhada vai viver com ele, olhando por ele até ao resto da sua vida. Em 1915 constrói um espaçoso estúdio, em Giverny. Em 1923, já quase cego, continuava a pintar. Em Dezembro de 1926, morre em Giverny, com 86 anos, com cancro, está enterrado no Cemitério da Igreja de Giverny, Eure, na Haute-Normandia.

“Todos discutem minha arte e fingem compreender, como se fosse necessário compreendê-la, quando é simplesmente necessário amar”. (Monet)

VEJA NO VÍDEO ABAIXO ALGUMAS OBRAS DE MONET:
CURIOSIDADES SOBRE MONET:

  1. Monet pintou cada cômodo de sua casa de um cor diferente. Assim estava sempre sendo estimulado visualmente por variações agradáveis de tons, intensidade e qualidade de cores;
  2. A sua casa era coberta de plantas e flores coloridas, o que funcionava como constantes estímulos discriminativos para o comportamento de Monet de pintar paisagens naturais;
  3. A casa de Monet hoje é um museu, em Paris
  4. Monet possuía um barco atelier – adaptado com uma cabine em madeira para guardar os cavaletes, telas , tintas e pincéis. Assim Monet criou muitos quadros a partir do seu barco atelier.

ARTE EM PAPEL – Patty and Allen Eckman

A arte de fazer esculturas com papel utilizada por Patty e Allen Eckman, existe desde a década de 1950, teve início no México, porém este casal foi mais longe e conseguiu desenvolver e aperfeiçoar um método muito próprio. A sua técnica é diferente da utilizada com artesanato de papel maché. Para criar as suas esculturas de papel, utilizam uma mistura de massa de papel (celulose) e ácidos. Essa mistura é moldada em moldes de argila que eles mesmo fazem, usando as esculturas originais. Aplicam então pressão a vácuo sobre o molde para extrair toda a água e iniciam o trabalho de finalização esculpindo os mínimos detalhes de cada peça, registraram o processo e o denominaram de Método Eckman®. As obras de Allen retratam aspectos da vida dos indígenas americanos. Já Patty, além da cultura nativa, tem um grande interesse na vida selvagem, pássaros e flores. As peças são todas brancas e cheias de espiritualidade. Um trabalho surpreendente. É preciso uma grande quantidade de tempo e experiência para criar cada peça. Algumas obras são tão minuciosamente detalhadas, que podem levar vários meses para ser concluídas. As suas esculturas são obras de arte absolutamente fantásticas.

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FEITO A LÁPIS


Linda Huber nasceu em 08 de Janeiro de 1935, em East Tupelo, Mississippi, EUA, e reside em Middlesburgh, Nova Iorque, EUA. Ela se especializou em desenhos a lápis de grafite.

Linda Huber é muito exigente na preparação de sua arte. Aparentemente, ela só precisa de um papel e um lápis grafite, mas, não é bem assim. Para obter o impressionante efeito de realismo, capaz de fazer inveja a máquinas fotográficas de boa qualidade, ela usa diversos tipos de lápis, papel de boa qualidade, muita paciência e uma técnica impressionante desenvolvida por ela mesma ao longo dos seus 50 anos de vida.

Linda Huber é simplesmente fantástica em relação a sua arte e, para compreender isso, basta olhar para os seus desenhos.

O efeito parece mágico. O lápis pode ser comparado a uma varinha de condão, capaz de dar vida aos rabiscos da artista, transformando os traços em algo vivo e real.


Atenção!

O que você vai ver não são fotografias.

São desenhos!




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MOZART



Mozart: um dos mais importantes representantes da música clássica da história. Ele conseguiu em seu curto período de vida deixar como herança para o mundo uma grande parte das mais bonitas e complexas composições musicais existentes.


No dia 27 de Janeiro de 1756, nasceu Mozart ,em Salzburg, uma cidade na Áustria localizada pertos dos Alpes, foi batizado com o nome de Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilu. A tradução de Theophilus para o latim é Amadeus (que quer dizer o favorito dos Deuses).

Seu pai Leopoldo era um famoso músico conhecido por toda Áustria e Europa. Mozart veio de uma casa musical, o que facilitou o seu desenvolvimento de seus dons artísticos. Sua irmã Maria Anna, cinco anos mais velha que Mozart, também foi uma criança dotada de extrema capacidade musical, e juntamente com seu irmão se apresentou para vários membros da aristocracia. Maria Anna nunca teve a capacidade de improviso e memorização de seu irmão, porém a história não pode tirar seus méritos como excelente pianista.

Mozart foi uma criança que pode ser considerada mais do que prodígio: quando tinha três anos ele tocava cravo; aos quatro anos ele compôs pequenas peças para piano e já era um excelente violinista. Uma das histórias sobre Mozart foi contada para sua irmã por um amigo da família, Johann Andreas Schachtner: Um dia após visitar a igreja, Leopoldo retornou a sua casa e ao ver o pequeno Mozart entretido com um pedaço de papel ele perguntou a criança o que estava fazendo. Mozart retrucou, dizendo que estava escrevendo um concerto para piano. Leopoldo ao ver o papel escrito cheio de borrões e notas mal formadas levou alguns segundos para perceber a beleza do que estava esboçado naquela página, porém assim que percebeu seus olhos se encheram de lágrimas de alegria.

Em 1761 Leopoldo teve que largar sua carreira musical para se dedicar a promover a carreira de seus filhos, ele tornou-se mais um empresário do que um pai para Mozart e sua irmã. Mozart já era comprovadamente considerado um gênio musical. Um ser que aos olhos da igreja era considerado um presente divino para a Terra e toda a raça humana. Leopoldo explorou ao máximo seu lado como pai orgulhoso, e tentou com todas as suas forças e conexões fazer com que seu filho fosse reconhecido mundialmente por sua genialidade, e não se tornar apenas mais um medíocre tutor musical para alguma família de aristocratas.

Com sete anos Mozart e sua irmã são levados para se apresentar em Munique, para o príncipe Maximilian Joseph III da Bavária e uma plateia seleta com a mais alta camada da aristocracia. Mozart e sua irmã causam uma ótima impressão nessa plateia elitista, pois além dele ter o que se chama de ouvido absoluto, e uma memória magnífica, ele pode ver ou ouvir a peça uma vez e ser capaz de reproduzi-la sem nenhum erro. Mozart e sua irmã formam um dueto de alta qualidade. Juntamente com todos os seus outros dotes ele tinha uma voz extremamente agradável e a capacidade de compor improvisações muitos bem colocadas, e como bônus, além de seus longos cachos de cabelo dourado, a sua personalidade era extrovertida e considerada pelas damas da época como adorável.

Em Viena, o coração musical da Europa na época, Mozart e sua irmã se apresentaram para o Imperador Frans I e sua esposa, deixando ambos maravilhados. Após sua apresentação, Mozart subiu no colo da imperatriz Maria Theresia, abraçou-a e delicadamente beijou-a no rosto, perguntando se ela o amava (aliás, dizem que Mozart enquanto criança tinha como costume perguntar a rainhas e damas da corte se elas o amavam). A imperatriz, derretida com esse ato de doçura e espontaneidade, presenteou Mozart com um casaco enfeitado com tranças de ouro, e o guardou para sempre em sua memória e coração.

A família Mozart não era muito fã da atmosfera Parisiense e vice-versa: a apresentação das crianças não foi muito apreciada pela elite local. Em compensação a apresentação em Versalhes foi mais do que fenomenal, deixando toda a corte real boquiaberta. Porém o local favorito da família acabou se tornando Londres, aonde eles tiveram uma estadia muito agradável e seus talentos foram reconhecidos pelos Ingleses de forma extraordinária. Foi em Londres que Mozart se tornou amigo do filho de Johan Sebastian Bach, Johann Christian Bach, que além de amigo foi também para Mozart uma riquíssima inspiração como compositor.

Durante a infância, Mozart passou por períodos longos de convalescença: alguns dias antes do seu sétimo aniversário ele teve primeiramente escarlatina, e logo após uma crise de artrite reumática. Pouco tempo após sua recuperação foi à vez de Nannerl ficar doente. Ela contraiu febre tifóide e por um longo período Leopoldo e sua esposa acharam que sua filha mais velha não resistiria à doença. Narnnerl conseguiu se recuperar da enfermidade, porém inesperadamente Mozart também cai de cama com os mesmos sintomas que quase tiraram à vida de sua irmã.

Anos se passaram e o jovem Mozart continua a espalhar sua genialidade por toda a Europa. No ano de 1777 Mozart se apaixona por Aloysia Weber, que logo terminou seu namoro com o músico, porem quatro anos mais tarde ele acabaria comunicando a seu pai que ia se casar com Constanze Weber, a irmã de sua ex-namorada Aloysia.

O ano de 1778 não foi um dos melhores anos da vida de Mozart. Sua temporada em Paris é considerada uma catástrofe e juntamente com a decepção vinda da turnê Parisiense sua mãe que o acompanhava durante a temporada vem a falecer.

O casamento de Mozart e Constanze nunca foi abençoado por Leopoldo que queria que seu filho se casasse com uma mulher de família nobre e de reputação inquestionável. Desde que Mozart anunciou seu casamento, sua relação com seu pai foi cortada. Todos os esforços feitos por ele para seu pai abençoar a união e aceitar sua esposa foram em vão. Leopold nunca perdoou seu filho por ter se casado sem seu consentimento com uma senhora que vinha de família cuja reputação era duvidosa.

Entre 1782 e 1785 Mozart escreveu uma série de seis quartetos e os mandou de presente a Haydn que, ao ouvir o material, disse a Leopoldo que seu filho era o maior compositor que ele já havia ouvido que o garoto possuía gosto e provavelmente o maior conhecimento musical que ele já havia presenciado.

Talvez tenha sido por causa de sua genialidade ou por causa de sua natureza rebelde, que Mozart se negou a compor simplesmente o material que era requisitado pela realeza, e sem patrono resolveu trabalhar com free-lance, sendo ele o primeiro artista a quebrar a tradição do músico ser nada mais do que um servente da realeza. Fazendo isso, ele se tornou o primeiro artista independente da história musical. Porém Mozart e sua esposa estavam sempre em uma situação financeira precária e a maioria de seu sustento vinha de empréstimos financeiros fornecidos por amigos do casal. 
A morte de Mozart ainda é um assunto controverso: muitas pessoas dizem que sua morte foi repentina, enquanto outras afirmam que Mozart estava ciente de que sua saúde estava se deteriorando rapidamente. A causa da morte também não é clara, com teorias sobre envenenamento por mercúrio ou febre reumática. O que se sabe ao certo é que no dia 5 de dezembro de 1791, a uma da manhã, aos 35 anos de idade, Wolfgang Amadeus Mozart, morre nos braços de sua esposa. A humanidade nesta data, mesmo sem ter noção da magnitude de sua perda, diz adeus a um dos seus maiores gênios musicais que já existiram na terra. Seu corpo foi enterrado em um cemitério nas redondezas de Viena em um túmulo desprovido de identificação.

Durante seus 35 anos de vida Mozart produziu mais de 600 trabalhos musicais documentados, mais outras centenas de trabalhos que ficaram guardados dentro da memória do compositor.

Veja o vídeo abaixo, ele trás uma das canções do CD Mozart For Babies:

ESCULTURAS EM TRONCOS DE ÁRVORES

Estas belíssimas esculturas, são feitas pelo artista Randall D. Boni, que esculpe animais selvagens em troncos de árvores. Boni dedica-se desde 1989 a esculpir madeira com motosserras elétricas, usando árvores doentes ou estragadas. São obras incríveis, muito delicadas, ricas em detalhes que mostram todo o talento, habilidade e criatividade do artesão. Confira as fotos deste grandioso trabalho:


Agora veja um vídeo que mostra o processo de criação de uma de suas obras:

CARNAVAL É LEGAL!

Carnaval, a festa mais popular do Brasil! 

QUAL É A ORÍGEM DO CARNAVAL?

 

O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.

No Brasil esta linda festa chegou em meados do século XVII, influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como a França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, onde os foliões usavam máscaras e fantasias. Existem relatos de alguns historiadores, que no século XVII já existia o carnaval por aqui. Eram festas bem populares, chamadas de entrudo, ou seja, festa que se realizava antes da quaresma. Não havia máscaras ou fantasias, a brincadeira era jogar farinha e água nos participantes. As famílias mais ricas também participavam da brincadeira, porém na segurança de seus lares.

Os Bailes de Salão existiram antes das Escolas de Samba. Nos bailes, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias que a cada ano ficavam mais bonitas e mais caprichadas. O primeiro baile de carnaval do Brasil aconteceu em 1840, no Rio de Janeiro.

E o Trio Elétrico? Ah! Este só chega em 1950, na Bahia, foi criado por uma dupla que nunca mais será esquecida na história do carnaval baiano: Dodô e Osmar. Acreditem: eles resolveram reformar um carro antigo (um Ford) e sair pelas ruas da cidade em cima deste carro, tocando músicas com som amplificado. Eles inventaram o Trio Elétrico, a máquina de fazer alegria! Foi o maior sucesso! Daí em diante os trios elétricos cresceram e tomaram conta do Brasil inteiro, principalmente do nordeste.
No Nordeste existem vários ritmos para embalar a festa do carnavalesco, além do axé, do pagode e afoxé, da Bahia; Recife dança o frevo e o maracatu; Fortaleza dança o forró, entre outros.

Fantasias e Máscaras

As máscaras e fantasias sempre deixam o carnaval ainda mais divertido! Assistam a este vídeo e vejam fantasias, máscaras, confetes e serpentinas, anime-se para o Carnaval 2012.


Carnaval é a ARTE representada nas fantasias, máscaras, músicas, dança, alegorias, adereços, carros alegóricos das escolas de samba e tudo mais…


ABAIXO, JOGUINHOS COM O TEMA CARNAVAL, 
CLIQUE E DIVIRTA-SE!

SITES PARA PESQUISA:
CURIOSIDADES SOBRE O CARNAVAL:


ORIGAMI COM UM DÓLAR – Arte de Won Park

Um artista que é um mestre na Arte do Origami chama-se Won Park, ele vive nos Estados Unidos e utiliza notas de um dólar como o seu material artístico. Além disso, ele também é conhecido por possuir uma das casa mais inusitadas do mundo! Park mora num caminhão do lixo! Verdade! Mas não se assustem, trata-se de um antigo caminhão do lixo transformado em uma bela casa onde o mal cheiro não é um problema…Não existe! 


Won é autor de trabalhos realmente impressionantes, é extraordinário ver como uma simples nota de 1 dólar pode ser transformada literalmente numa obra de arte! 

A sua arte e também a sua casa, têm despertado a curiosidade de pessoas pelo mundo inteiro e Park…Bom, ele continua por aí com a sua casa móvel a espalhar alegremente a sua criatividade…


Veja a casa do artista:

Agora vamos ver as obras de Won Park:

A “VIDA DE PREGO”, POR VLAD ARTAZOV

Sob intitulação original “Nail’s Life” (Vida de Prego), o trabalho do fotógrafo tcheco Vlad Artazov consiste basicamente numa reprodução de cenas da vida humana com a utilização de pregos. Para muita gente prego nada mais é do que artigo para venda em depósitos de construção. Talvez, o lugar mais próximo da arte que tais pequenos artefatos podem ficar seja ao pendurar um quadro na parede. Mas foi justamente utilizando estes objetos tão simples: pregos, que o fotógrafo tcheco Vlad Artazov criou o ensaio “Nail’sLife” (Vida de prego). 

Positivamente e em larga escala elogiado pela crítica, o trabalho do tcheco destaca-se, dentre as muitas qualidades nítidas, pela essência que o autor consegue transmitir através de simples pregos de metal, estando alguns deles já em processo de oxidação, arranjados de modo que chegam até a transmitir sentimentos e emoções aos observadores. Mesmo sem braços, os pregos conseguem representar em nós sentimentos como solidão, opressão e amor. Despertando-nos e fazendo-nos refletir sobre o real valor das relações humanas e até que ponto deixamos nossas rotinas ofuscarem seus reais valores. 

Algumas imagens mostram o lado obscuro e algumas imagens mostram intimidade, justificando uma arte verdadeiramente inspiradora. Num contexto geral, as obras de Artazov são geralmente bem-humoradas e levam uma mensagem irônica em seus quadros, esta “Vida de Prego” pode certamente ser a sua obra-prima, vejam: